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Cristiana Oliveira começou sua carreira
como modelo aos 20 anos, viajando para Alemanha e Espanha nos anos
de 1985 e 1986, respectivamente trabalhando para várias marcas
conhecidas como Christian Dior, Jean Paul Gaultier, entre campanhas
fotográficas e desfiles para marcas e revistas locais.
Cristiana voltou a trabalhar como modelo em 1988 quando também
começou a trabalhar no Jornal O Globo como repórter
de comportamento no 2º caderno. Lá fazia entrevistas
com nomes como o falecido autor de teledramaturgia Cassiano Gabus
Mendes, o diretor Jorge Fernando, as atrizes Lidia Brondi, Susi
Rêgo e também Xuxa. Também em 1988 Cristiana
gravou um comercial com a direção de Walter Salles
Jr para uma marca de linhas de crochê e com este comercial
foi chamada à extinta TV Manchete por Jayme Monjardim para
um teste para o programa de clipes musicais Shock, o mesmo para
o qual foi convidada a atriz Carolina Ferraz. Cristiana acabou fazendo
teste não para o programa e sim para a novela "Kananga
do Japão", para o papel da protagonista Dora. Estes
testes duraram 2 semanas com a direção de Tizuka Yamazaki
o que fizeram o autor já falecido Wilson Aguiar Filho decidir,
em lugar da protagonista, criar um personagem especialmente para
Cristiana, que entraria no 30º capítulo da estória.
Com a desistência da atriz Bia Seidl que seria a Hannah, uma
Judia, Cristiana foi colocada em seu lugar desistindo de criar a
tal personagem.
Com esta novela ganhou o prêmio por unanimidade de atriz revelação
pela APCA. Cristiana foi convidada novamente para interpretar a
"muda" na próxima novela da emissora que seguiria
após Kananga do Japão e por isso sua personagem teve
que morrer na estória. Em 1989 começou a gravar Pantanal
não mais no personagem previsto e sim no papel de Juma que
inicialmente seria para Glória Pires, mas pelo qual Cristiana
se ofereceu para faze-lo, já que havia se apaixonado ao ler
a sinópse.
Pantanal foi um grande estrondo em 1990, ameaçando a audiência
da TV Globo e virando um marco na teledramaturgia brasileira.
Cristiana Oliveira foi a 1a atriz desconhecida a virar
protagonista nas novelas e com este trabalho ganhou prêmios
no Brasil e no exterior. Até hoje a novela é vista
em vários países do mundo, tornando-a conhecida nestes
países.
Depois, Cristiana ainda ficou na TV Manchete por mais um ano e,
em 1992, foi contratada pela TV Globo para fazer a minissérie
"Agosto" de Rubens Fonseca dirigida por Carlos Manga.
Na minissérie ela seria Alice, personagem que veio a ser
interpretada por Vera Fisher, já que foi decidido pela diretoria
que Cristiana seria a protagonista junto com Tarcísio Meira
na próxima novela das 8 "De Corpo e Alma" de Glória
Perez.
Em 1993 também fez a peça "Bate outra vez"
com direção de Eduardo Wotzik, marcando a sua estréia
no teatro. Vista por mais de 60.000 pessoas esta peça excurcionou
o país por 8 meses.
Cristiana voltou a fazer televisão com a minissérie
"Memorial de Maria Moura" também do diretor Carlos
Manga, como a personagem Marialva.
Em 1994 gravou a novela "Quatro por Quatro" como a personagem
Tatiana. Esta foi sua 1a comédia.
Terminando este trabalho Cristiana foi estudar inglês em Nova
York. Em 1996 começou a gravar "Salsa e Merengue"
no papel da vilã Adriana de autoria de Miguel Fallabella
e direção de Wolf Maia.
Em 1998, quatro meses depois do término deste trabalho, foi
escalada às pressas para protagonisar a novela "Corpo
Dourado", finalizando este trabalho ainda em 1998.
No ano seguinte Cristiana foi chamada novamente para ser uma das
protagonistas junto com Maitê Proença e Edson Celulari,
da Novela "Vila Madalena".
Cristiana ficou sem fazer novelas até 2001 quando foi convidada
pelo diretor Roberto Naar pra fazer uma participação
linda nos 1os 8 capitulos de "Porto dos milagres".
Cristiana fez Eulália, uma rendeira de bilro apaixonada pelo
marido (Mauricio Mattar) que morre durante o parto. Ainda em 2001
foi convidada novamente por Jayme Monjardim para interpretar Alicinha
na novela "O Clone", um dos maiores sucessos dos últimos
tempos.
De setembro de 2002 até março de 2003 Cristiana fez
a peça "Pequeno Dicionário Amoroso" com
direção de Jorge Fernando, marcando a sua volta ao
teatro depois de nove anos de afastamento. Antes, em 1993, havia
feito a tragédia grega "Tróia" no Centro
Cultural Banco do Brasil no papel de "Helena de Tróia",
sucesso retumbante de crítica.
Em 2004 fez o filme "Nossa Senhora de Caravaggio", de
Fábio Barreto, que conta a estória de Joaneta, camponesa
do século XV que vê Nossa Senhora em Mezzolengo, há
38 km de Caravaggio na Itália e propaga suas palavras para
as pessoas de fé e que vivem ainda sem ela. No filme Cristiana
faz Angélica, mulher simples e muito sofrida, vítima
da violência doméstica praticada pelo marido que busca
na fé em Nossa Senhora do Caravaggio o alívio de sua
dor e a força para equilibrar sua vida. O filme tem 3 épocas:
1432 - aparição de N.S.Caravaggio na Itália.
1875 - ocasião em que chegaram colonos italianos na região
sul do Brasil e transformaram Nossa Senhora em padroeira. 2005 -
estória de personagens comuns que sofrem e buscam a fé.
O filme teve pré lançamento no 33º festival de
cinema de Gramado. Será lançado nacionalmente em março
de 2006.
Tambem em 2004 Cristiana Oliveira filmou "O gatão de
meia idade" baseado nos quadrinhos de Miguel Paiva. Com direção
de Antonio Carlos da Fontoura (Rainha Diaba), o filme fala das aventuras
do gatão (Alexandre Borges) com suas namoradas. Neste filme,
Cristiana interpreta Sandrão, uma motoqueira masculinizada,
mas que no fundo é uma apaixonada que quer casar e ter filhos
como toda mulher comum. Este filme será lançado também
em março de 2006.
Hoje Cristiana faz Malhação na TV Globo, interpretando
a dona de casa Rita, uma mulher que tenta equilibrar sua vida de
mãe, profissional e esposa.
Cristiana faz também desfiles há 19 anos no Brasil
inteiro, mas como personalidade há 14 anos. Também
é mestre de cerimônia para empresas tipo Mercedes,
Fiat, Ford, Telefônica entre outras.
Cristiana Oliveira fala inglês e espanhol fluentes.
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